Uma breve análise de MÉTODOS QUANTITATIVOS DE AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS: Aplicações ao Programa Bolsa Família, desigualdade e transferências de renda no Brasil

Uma breve análise de MÉTODOS QUANTITATIVOS DE AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS: Aplicações ao Programa Bolsa Família, desigualdade e transferências de renda no Brasil

 Autor: Francisco Paulo Alves de Oliveira Filho  Categoria: Livro Independente  Editora: Thesis Editora Científica  Data de Publicação: 29/09/2025  ISBN: 978-65-83199-82-9  Páginas: 86  País: Brasil  Idioma: Português  Tags: Políticas Públicas More Details  Download
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Sumário: 

  • PARTE I – FUNDAMENTOS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
    • 1. AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE POLÍTICAS PÚBLICAS: PERGUNTAS, CONTRAFACTUAIS E IDENTIFICAÇÃO
      • 1.1 Viés de seleção e comparabilidade
      • 1.2 Validade interna e validade externa
      • 1.3 Decompondo a comparação observada
    • 2. DADOS, MENSURAÇÃO E PREPARAÇÃO PARA AVALIAÇÃO
      • 2.1 Unidade de análise, frequência e painel
      • 2.2 Desagregação temporal e Denton-Cholette
      • 2.3 Estatística descritiva antes da causalidade
      • 2.4 Qualidade de dados, deflacionamento e rastreabilidade
    • 3. REGRESSÃO LINEAR, CONTROLES OBSERVÁVEIS E COMPARAÇÕES BÁSICAS
      • 3.1 Antes-depois e diferença de médias
      • 3.2 Controles, forma funcional e erros-padrão
      • 3.3 OLS, interpretação parcial e inferência
    • 4. DADOS EM PAINEL: POOLED OLS, EFEITOS FIXOS E EFEITOS ALEATÓRIOS
      • 4.1 Pooled OLS, FE e RE
      • 4.2 Tendências e dependência temporal
      • 4.3 Transformação within e interpretação da variação temporal
    • 5. DIFERENÇAS-EM-DIFERENÇAS
      • 5.1 Tendências paralelas e composição
      • 5.2 DiD com covariáveis
      • 5.3 DiD moderno, adoção escalonada e efeitos heterogêneos
    • 6. ESTUDOS DE EVENTO E EXTENSÕES DO DID
      • 6.1 Adoção escalonada
      • 6.2 Leitura dos coeficientes dinâmicos
    • 7. PAREAMENTO E PROPENSITY SCORE MATCHING
      • 7.1 Estimação e diagnóstico do escore
      • 7.2 Formas de matching e weighting
      • 7.3 PSM combinado com DiD
      • 7.4 Diagnóstico de balanceamento e limites do matching
      • 7.5 Medida padronizada de balanceamento
    • 8. VARIÁVEIS INSTRUMENTAIS
      • 8.1 Instrumentos fracos e interpretação local
      • 8.2 Relevância, exclusão e interpretação local
    • 9. SÉRIES TEMPORAIS INTERROMPIDAS
      • 9.1 ITS controlada
      • 9.2 Nível, inclinação, sazonalidade e autocorrelação
    • 10. CONTROLE SINTÉTICO
      • 10.1 Inferência por placebos
      • 10.2 Construção do contrafactual e inferência por placebos
    • 11. REGRESSÃO DESCONTÍNUA: DESENHO, ESTIMAÇÃO E DIAGNÓSTICO
      • 11.1 RDD temporal e pontos de corte endógenos
      • 11.2 Bandwidth, kernel e polinômios locais
      • 11.3 Testes de manipulação e continuidade
      • 11.4 RDD local, largura de banda e interpretação do salto
      • 11.5 Condição de continuidade
    • 12. QUEBRAS ESTRUTURAIS, PELT, CHOW E BAI-PERRON
      • 12.1 Quebra estatística não é automaticamente evento causal
      • 12.2 Validação de datas e multiplicidade de quebras
    • 13. GMM EM PAINEL DINÂMICO
      • 13.1 Diagnósticos e proliferação de instrumentos
      • 13.2 GMM como robustez, não como substituto do desenho
      • 13.3 Condições de momento, instrumentos e diagnóstico
      • 13.4 Condições de momento e teste J
  • PARTE II – REVISÃO DA LITERATURA: BOLSA FAMÍLIA E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
    • 14. TRANSFERÊNCIAS CONDICIONADAS DE RENDA E O PROBLEMA DE AVALIAÇÃO
    • 15. POBREZA, DESIGUALDADE E FOCALIZAÇÃO
    • 16. EDUCAÇÃO, SAÚDE E NUTRIÇÃO
    • 17. MERCADO DE TRABALHO, CONSUMO E EFEITOS ECONÔMICOS LOCAIS
    • 18. SÍNTESE METODOLÓGICA DA LITERATURA E LACUNAS DE PESQUISA
  • PARTE III – ESTUDO DE CASO: BOLSA FAMÍLIA, DESIGUALDADE E REPASSES ESTADUAIS
    • 19. ESTRATÉGIAS COMBINADAS E TESTES DE ROBUSTEZ
      • 19.1 Robustez por desenho
      • 19.2 Placebos e falsificações
      • 19.3 Heterogeneidade de efeitos
    • 20. COMO ESCOLHER O MÉTODO DE AVALIAÇÃO
      • 20.1 Árvore decisória
      • 20.2 O método mais sofisticado nem sempre é o melhor
      • 20.3 Checklist mínimo de identificação
    • 21. ROTEIRO DE REPLICAÇÃO EM R E PYTHON
      • 21.1 Estrutura de pastas
      • 21.2 Exemplo conceitual em R
      • 21.3 Exemplo conceitual em Python
      • 21.4 Validação automática
    • 22. EXERCÍCIOS, QUESTÕES DE REVISÃO E PROPOSTAS DE PESQUISA
      • 22.1 Questões conceituais
      • 22.2 Exercícios empíricos
      • 22.3 Propostas de pesquisa
    • 23. CONSIDERAÇÕES FINAIS DO LIVRO
  • REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
  • APÊNDICE A – FORMULÁRIO DE LEITURA DE ARTIGOS DE AVALIAÇÃO